Quando recebi a mensagem no celular me dando a notícia, senti um gelo por dentro. Difícil acreditar. Liguei pra confirmar. O Thigui morreu.
O Thigui não era apenas um cachorro, era como se fosse um membro da família. Difícil imaginar ir a casa do meu irmão e não ter mais o Thigui por lá fazendo festa e rebolando aquele bumbum mais gostoso que ele tinha e que eu adorava apertar.
Sinceramente, acho que devia ser proibido cachorro morrer. Eles vêm pra casa da gente pequenininhos, tomam um espaço ENORME na vida da gente, crescem com a gente, fazem parte dos momentos mais diversos da nossa vida e, quando não conseguimos mais imaginar a vida sem eles, eles se vão. E deixam um vazio, um buraco em casa, no dia a dia e, principalmente, no coração.
Agora é aprender a viver com a falta, com a ausência. E ficar só com a lembrança gostosa desse serzinho que trouxe tanta alegria pras nossas vidas.
E assim a vida segue nos ensinando com suas maneiras mais diversas. Ensinando com a presença e com a ausência, com a própria vida e com a morte. O que nos resta é aproveitar ao máximo cada detalhe da nossa vida porque, por menor que ele seja, é único e não volta mais.
O que me consola é que "aparentemente" ele não sofreu. Deitou para dormir e não acordou mais. Não tivemos que passar pelo sofrimento de vê-lo sofrer ou até mesmo pela decisão do sacrifício.
Estou falando em 3ª pessoa, mas na verdade o cachorro nem era meu. Era do Thiago, meu sobrinho. E sofro mais por ele do que por mim. Eu perdi um cachorro que eu gostava muito, mas ele perdeu o amigo, o companheiro dele. E é ele quem vai sentir no dia a dia a dor da ausência.
Como eu disse a ele, a dor um dia vai embora e o que a gente vai sentir vai ser só uma saudade gostosa, uma lembraça bem boa de alguém especial.
E assim a vida segue, nos ensinando com seus detalhes. Ensinando com a presença e com a ausência, com a própria vida e com a morte. O que nos resta é aproveitar ao máximo cada detalhe porque, por menor que ele seja, ele é único e inesquecível.
O Thigui não era apenas um cachorro, era como se fosse um membro da família. Difícil imaginar ir a casa do meu irmão e não ter mais o Thigui por lá fazendo festa e rebolando aquele bumbum mais gostoso que ele tinha e que eu adorava apertar.
Sinceramente, acho que devia ser proibido cachorro morrer. Eles vêm pra casa da gente pequenininhos, tomam um espaço ENORME na vida da gente, crescem com a gente, fazem parte dos momentos mais diversos da nossa vida e, quando não conseguimos mais imaginar a vida sem eles, eles se vão. E deixam um vazio, um buraco em casa, no dia a dia e, principalmente, no coração.
Agora é aprender a viver com a falta, com a ausência. E ficar só com a lembrança gostosa desse serzinho que trouxe tanta alegria pras nossas vidas.
E assim a vida segue nos ensinando com suas maneiras mais diversas. Ensinando com a presença e com a ausência, com a própria vida e com a morte. O que nos resta é aproveitar ao máximo cada detalhe da nossa vida porque, por menor que ele seja, é único e não volta mais.
O que me consola é que "aparentemente" ele não sofreu. Deitou para dormir e não acordou mais. Não tivemos que passar pelo sofrimento de vê-lo sofrer ou até mesmo pela decisão do sacrifício.
Estou falando em 3ª pessoa, mas na verdade o cachorro nem era meu. Era do Thiago, meu sobrinho. E sofro mais por ele do que por mim. Eu perdi um cachorro que eu gostava muito, mas ele perdeu o amigo, o companheiro dele. E é ele quem vai sentir no dia a dia a dor da ausência.
Como eu disse a ele, a dor um dia vai embora e o que a gente vai sentir vai ser só uma saudade gostosa, uma lembraça bem boa de alguém especial.
E assim a vida segue, nos ensinando com seus detalhes. Ensinando com a presença e com a ausência, com a própria vida e com a morte. O que nos resta é aproveitar ao máximo cada detalhe porque, por menor que ele seja, ele é único e inesquecível.
